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Óleos vegetais: saúde que vem da natureza

27/05/2012

Conheça os benefícios e propriedades deles na alimentação

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Por Manoela Telles

Fontes de substâncias benéficas ao organismo, os óleos vegetais são utilizados na culinária e tem ganhado destaque no campo da nutrição pelas suas propriedades funcionais. Extraídos de plantas chamadas oleaginosas, os óleos passam por um longo processo, desde a sua extração até o refinamento, quando podem, então, serem consumidos.

No Guia Alimentar para a População Brasileira, do Ministério da Saúde são apresentados dez passos para uma alimentação saudável. Uma das orientações diz respeito ao consumo de óleos vegetais. De acordo com o Guia, deve-se evitar cozinhar com gordura vegetal, margarina ou manteiga e dar preferência aos óleos, em poucas quantidades, para pratos assados, cozidos, ensopados e grelhados. Também há um alerta sobre forma de utilização do tradicional óleo de oliva, o azeite, tão popular na cozinha brasileira, que deve ser utilizado para temperar saladas, sendo desaconselhado seu uso em pratos quentes, pois uma vez aquecido, ele perde suas propriedades nutricionais.

A ciência permitiu ao homem conhecer o potencial dos óleos e assim, aproveitar todas as suas propriedades. Hoje, pode-se encontrar no mercado opções para uso na cozinha ou para uso suplementar a uma alimentação saudável.

“Os principais benefícios dos óleos vegetais é a presença dos ácidos graxos ômegas 3, 6 e 9. Os óleos não podem curar, mas auxiliam na diminuição do LDL colesterol (colesterol “ruim”), na redução dos triglicerídeos e no aumento do HDL (“bom” colesterol). Também atuam como ação antiinflamatória no organismo, no desenvolvimento do sistema nervoso, prevenção do diabetes tipo 2 e hipertensão arterial”, explica a nutricionista Kilza Koch.

A especialista alerta que para aproveitar as propriedades dos óleos vegetais, é necessário ter uma alimentação saudável, com dieta equilibrada, prática de exercícios físicos e, em alguns casos, o uso de medicamentos prescritos por profissionais médicos.

Alimentação enriquecida

Utilizados na cozinha, os óleos vegetais também estão associados a dietas alimentares de todos os tipos. Óleo de soja, canola, milho, girassol, castanha, linhaça, gergelim e coco, diversas opções estão disponíveis para consumo. Alguns são encontrados mais facilmente na forma de cápsulas, como o óleo de cártamo, auxiliar em dietas de emagrecimento, por sua capacidade termogênica, que acelera o metabolismo e dá disposição para fazer atividade física. 

“Há seis meses tomo óleo de cartamo, por orientação da nutricionista. Nas primeiras semanas, passei a ter mais energia para me exercitar. Acho excelente para complementar minha dieta e não abro mão”, explica Rosana Maia, técnica administrativa.

O óleo de coco tem sido difundido e ganhou destaque na mídia, por suas propriedades atraentes. Foi comprovado cientificamente que ele acelera o metabolismo e reduz a gordura abdominal, auxiliando aqueles que desejam emagrecer.

“Esses óleos têm vários benefícios, como o aumento da saciedade e a queima de gordura corporal. No entanto, para que tenham efeito no emagrecimento, devem ser acompanhados de exercícios físicos e o organismo precisa estar equilibrado em relação aos ômega 3, 6 e 9. Para isso, é preciso buscar a orientação de um nutricionista” alerta Kilza Koch.

Os óleos na forma líquida podem ser utilizados em diversas preparações como molhos, tempero de saladas, arroz, feijão, ensopados, frituras e refogados. Também servem para preparar bolos, vitaminas e saladas de frutas. A principal diferença entre os óleos nas formas líquida e encapsulada é a praticidade das cápsulas. Neste caso, devem ser observadas a procedência e a validade do produto. A matéria prima utilizada também deve ter boa qualidade

“Os óleos estão representados no topo da pirâmide alimentar. Por este motivo, devem ser consumidos com moderação. Por serem calóricos, seu consumo em excesso pode ser prejudicial ao organismo. A quantidade no consumo de cada óleo e a proporção de ômega 3, 6 e 9 vão depender de idade, peso, patologias o objetivos de cada indivíduo”, explica Kilza Koch.

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Aprenda a utilizar o óleo corretamente

De acordo com a especialista Kilza Koch, pode-se cozinhar com os óleos de soja, milho, canola, girassol. Já o azeite, ao ser aquecido, produz acroleína, uma substância suspeita de ser cancerígena. Além disso, também causa irritação nos olhos e no sistema respiratório.
Não é aconselhado reutilizar o óleo de cozinha para frituras. A reutilização produz substâncias tóxicas, prejudiciais à saúde e pode causar irritação no estômago, envelhecimento precoce e doenças cardiovasculares. A cada fritura é aconselhável trocar o óleo.
Após o uso, o ideal é jogá-lo fora, mas não diretamente na pia. Coloque o produto dentro de uma garrafa PET e descarte ou encaminhe para ONGs que trabalham com reciclagem de óleo comestível.

 


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