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MEMÓRIA OLÍMPICA

Esqui alpino

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O esqui alpino foi criado após a Segunda Guerra Mundial por esquiadores feridos e que queriam continuar a praticar o esporte. São cinco provas no programa paralímpico: downhill, super-G, super combinado, slalom e slalom gigante.

Já na primeira edição dos Jogos Paralímpicos de Inverno, em 1976, duas provas foram incluídas no programa: o slalom e o slalom gigante. A modalidade downhill entrou em 1984, em Innsbruck (Áustria), e o Super-G em 1994, na Noruega. O esqui sentado e o “mono-skiing” foram introduzidos como eventos demonstrativos também em 1984, mas só se tornaram eventos de medalha em Nagano (Japão), 1998.

Nesse esporte, o atleta precisa combinar velocidade e agilidade enquanto descem as montanhas em uma velocidade de cerca de 100km/h. Podem competir homens e mulheres com deficiências como lesões medulares, paralisias cerebrais, amputações e “les autres”, além de deficientes visuais.

Os atletas competem em três categorias baseadas nas habilidades funcionais, e o sistema de cálculo permite a atletas com diferentes deficiências competir uns contra os outros. Os esquiadores com deficiência visual/cegueira são auxiliados por guias, que usam comando de voz para indicar a direção a ser seguida. Já os atletas com deficiência física usam equipamentos adaptados às suas necessidades.

Nos Jogos de Sochi, em 2014, foram incluídas, pela primeira vez, as provas de snowboard para apenas atletas (homens e mulheres) com deficiência nos membros inferiores, como parte da programação de esqui. Nesta primeira edição, não houve divisão de acordo com a classificação funcional. Isso quer dizer que atletas amputados do joelho para baixo competem junto com os amputados do joelho para cima.

O esqui alpino é regulado pelo Comitê Paralímpico Internacional (IPC), coordenado pelo comitê técnico de esqui alpino do IPC (IPCAS) e usa as regras e o regulamento do IPCAS. O esporte é atualmente praticado por atletas em cerca de 40 países e está em constante crescimento.

Modalidades:

Downhill: Os esquiadores têm o tempo contado enquanto completam o percurso. Eles devem passar através de 'portais' usados como checkpoints. A penalidade por perder um portal é a eliminação e cada atleta tem apenas uma chance.

Slalom: É um evento técnico. O percurso é o mais curto entre os eventos de esqui alpino, mas tem o maior número de portais (55-75 para homens e 40-60 para mulheres), sendo estes negociáveis. A penalidade por perder um portal também é a eliminação. Cada atleta completa duas descidas no mesmo dia, mas em percursos diferentes, e os dois tempos são somados.

Giant Slalom: Em comparação com o slalom, o percurso é maior e com algumas curvas. O número de portais é determinado pelo desnível e a desqualificação é causada por perda de portais. Cada atleta completa duas descidas no mesmo dia, mas em percursos diferentes, e os dois tempos também são somados.

Super Giant Slalom (Super-G): Este é um evento de velocidade, com percurso mais curto que o downhill, porém maior que o dos slaloms. O número de portais é determinado pelo desnível, com um mínimo de 35 mudanças de direção para homens e 30 para mulheres. Cada atleta faz apenas uma descida.

Super Combined (SC): O evento combina duas disciplinas e o resultado é calculado pela combinação dos dois tempos.

Snowboard Cross: Cada atleta completa três descidas do percurso, que tem obstáculos como curvas e vários tipos de saltos. O tempo final é calculado com o somatório das duas melhores descidas e o vencedor é aquele que terminar a prova mais rápido. Diferentemente do snowboard convencional, em que são feitas baterias com seis atletas, nessa versão adaptada a pista recebe apenas um atleta por vez.

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