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Memória Olímpica

Aros Olímpicos

losangeles_aros_480Foto: Getty Images

Relacionando-se com os Valores Olímpicos e Paralímpicos, os aros – ou anéis – representam o Respeito, por reunir todas as nações dos cinco continentes sem discriminação. Os princípios demonstrados são o universalismo e o humanismo.

Eles surgiram em 1913, após os Jogos de Estocolmo 1912, os primeiros a reunir participantes dos cinco continentes. Estavam no topo de uma carta escrita pelo Barão Pierre de Coubertin, que os desenhou e coloriu à mão.  Ele apresentou os anéis e a bandeira com eles em junho de 1914, no Congresso Olímpico de Paris.

Com o cancelamento dos Jogos Olímpicos de Verão de 1916, em Berlim, devido à Primeira Guerra Mundial, a bandeira com os anéis só passou a tremular pela primeira vez em um estádio olímpico em Antuérpia, nos Jogos de 1920.

Como os cinco anéis representam os cinco continentes (África, Américas, Ásia, Europa e Oceania), eles demonstram a universalidade do Olimpismo. Ao mesmo tempo, seu entrelaçamento representa a reunião de atletas de todo o mundo durante os Jogos Olímpicos. Combinados com o fundo branco da Bandeira Olímpica, suas cores (azul, amarelo, preto, verde e vermelho, além do branco) representam todas as nações, sem que cada uma corresponda a um ou outro continente.

 A universalidade que a Bandeira com os aros procura transmitir contrastava, quando foi criada, no início do século XX, com o nacionalismo exagerado que levava à tensão entre diversos países. O conceito adotado por Coubertin foi o de encorajar a união do mundo.

Como um gesto simbólico, ao final de cada edição dos Jogos, a Bandeira Olímpica é passada ao prefeito da próxima cidade-sede.


"A Bandeira Olímpica (…) tem um fundo branco, com cinco anéis entrelaçados no centro: azul, amarelo, preto, verde e vermelho (…). Este desenho é simbólico; ele representa os cinco continentes do mundo, unidos pelo Olimpismo, enquanto as seis cores são aquelas que aparecem em todas as bandeiras nacionais do mundo de Hoje" (Pierre de Coubertin, 1931)