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General Azevedo e Silva comemora um ano à frente da APO

27/11/2014
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“Em 2014 as obras deslancharam ”

 

Por Katryn Dias e Fabiana Bentes

O mês de novembro marcou um ano desde que o general Fernando Azevedo e Silva assumiu a presidência da Autoridade Pública Olímpica (APO). Durante os últimos meses, a instituição passou a atuar mais efetivamente no planejamento dos Jogos Olímpicos do Rio, que começam em julho de 2016.

Antes desta gestão, a APO estava esvaziada e não exercia sua principal função, que é coordenar as ações governamentais para a entrega das obras e dos serviços necessários à realização dos Jogos. Entre julho de 2011 e agosto de 2013, o consórcio era comandado pelo ex-Ministro das Cidades, Márcio Fortes. Nesse período, apenas um edital público para obras das instalações olímpicas foi lançado e houve pouca interação com os outros órgãos governamentais. 

 

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General explica ações da APO em evento de comemoração de um ano à frente da entidade (Foto: Míriam Jeske)

 

Para que a APO alcançasse todo o seu potencial, o general Azevedo e Silva foi incumbido com a missão do diálogo. Seu empenho é pela articulação com os entes governamentais das três esferas (federal, estadual e municipal) para que o Brasil consiga cumprir os compromissos firmados junto ao Comitê Olímpico Internacional (COI).

Azevedo e Silva já presidiu a Comissão de Desporto do Exército durante a preparação e execução dos V Jogos Mundiais Militares, em 2011, e levou toda a sua experiência com eventos esportivos para a APO. Assim, em menos de dois meses de trabalho, viabilizou a divulgação da Matriz de Responsabilidades dos Jogos de 2016, documento que engloba os compromissos assumidos por todas as esferas do governo associados exclusivamente à organização e realização do evento. 

Em julho deste ano, a APO divulgou ainda a primeira atualização da Matriz, que apresentava um percentual maior de obras encaminhadas. Nessa atualização, 71% dos projetos já estavam com os contratos assinados e as obras iniciadas. Em 28 de janeiro, a Matriz apresentava valores e prazos de apenas 46% dos projetos. A terceira edição está prevista para janeiro de 2015.    

Do final de 2013 até hoje, também foram lançados seis editais de licitação para a construção ou modernização de equipamentos esportivos. No total, já são 16 grandes obras iniciadas com contratos assinados. Outras quatro estão com anteprojeto ou projeto básico pronto e apenas duas ainda não saíram do papel. 

 

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Obras já adiantadas da Vila Olímpica e Paralímpica, que receberá 18 mil atletas (Foto: Rio 2016/ Alex Ferro)

 

Além disso, foi divulgado o Plano de Políticas Públicas, que lista os legados que não estão diretamente relacionados às Olimpíadas, como a linha 4 do metrô e o anel rodoviário.

Numa apresentação para a imprensa, no Forte da Urca, RJ, em  11 de novembro, o general afirmou que, em 2014, as principais obras de infraestrutura deslancharam. 

"Como mostrou a primeira atualização da Matriz de Responsabilidades, divulgada em julho deste ano, o Parque Olímpico da Barra, a Vila dos Atletas e o Complexo Esportivo de Deodoro, considerados o “coração” dos Jogos, estão com as obras bem encaminhadas. Sobre a despoluição da Baía de Guanabara, há bastante empenho em perseguir o compromisso de tratar 80% do esgoto lançado na Baía.  O desafio agora é ajustar a governança, importante para dar mais rapidez às tomadas de decisão.  “O prazo é curto e não temos tempo a perder”  , concluiu Azevedo e Silva.

 Leia também uma entrevista exclusiva com general Azevedo e Silva


Fotos: Míriam Jeske


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